Flat?

Sim, localizado na Rua Dona Brígida, em São Paulo, o Flat é mais que uma casa, é uma filosofia, um estilo de vida. O Blog do Flat retrata, em detalhes, como que as coisas mais comuns da vida podem ser extremamente engraçadas, através de indivíduos que optaram por enxergar a vida como acham melhor.


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Interagindo com outros Blogs

"Olá, acompanho o Blog Mundo das Marcas e gosto muito do conteúdo ali desenvolvido! Parabéns!

Estava em meu Flat discutindo com um amigo sobre o meu cortador de unha da marca Unhex, e surgiu a curiosidade sobre a história dessa marca, quem fabrica, quando começou e mais informações sobre o mercado de corte de unha, já que é um mercado um pouco “apagado” e que ninguém comenta a respeito.

Ficaríamos muito gratos se encontrássemos um artigo sobre a Unhex ou qualquer outra marca de cortador de unha.

Um abraço,

Conrado e Ricardo"

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O caçula do Flat

Além do decano Maurício, o Flat conta com Blattes e Conrado em sua formação original. Aos 22 anos, Conrado ainda traz consigo a irreverência e a rebeldia da tenra adolecência.
Veja um pouco mais desse jovem mancebo no vídeo a seguir.

sábado, 24 de maio de 2008

Blog do Flat vai à Brasília

Em busca de uma melhor qualidade e estilo de vida para os moradores de Flats de todo o Brasil, dois integrantes do Blog do Flat, Conrado Kaczynski e Ricardo Blattes, foram até Brasília conclamar por mudanças significativas para as vidas de milhares de moradores de Flats espalhados pelo país que compartilham a mesma cultura.


Assista a reportagem:



terça-feira, 6 de maio de 2008

Flats pelo Brasil

Em apenas 5 dias de Blog, já tivemos 681 acessos, 35 comentários, 46 votos, 9 receitas recebidas, além de e-mails, telefonemas, scraps e centenas janelinhas no MSN, todos com palavras motivadoras, de apoio, ou mesmo de reconhecimento.

Diante de todas essas manifestações, nos impressionou a atitude da paranaense Lilian Bilinski, estudante de Publicidade e Propaganda na Universidade Federal de Santa Maria, que, junto com seu amigo "Ovelha", identificou-se com a filosofia e com o estilo de vida do Flat, enviando um primoroso vídeo.

Com isso, iniciamos a série "Flats pelo Brasil", onde mostraremos muito além de Flats espalhados pelo país, mas uma cultura que se multiplica e se consolida por toda parte.

Confira o primeiro vídeo da série e participe enviando o seu próprio vídeo para emaildoflat@gmail.com.



domingo, 4 de maio de 2008

Michele, a Diarista do Flat

A paulistana Micheline Barbosa Queiróz, ou Michele, como gosta de ser chamada, não recorda há quanto tempo está trabalhando no ramo de limpezas e faxinas. Mas foi a partir do ano de 2004 que Michele passou a ser a diarista oficial do prédio onde está localizado o Flat. Ela acompanhou a Revolução de 2008 e conta, emocionada, em entrevista exclusiva para o Blog do Flat mais sobre a história, as cores e a nova vida.

Moderna, jovem, dinâmica e sempre bem-humorada, Michele trabalha no Flat geralmente aos sábados. Isso, geralmente, pois com o seu estilo independente, ninguém sabe ao certo se Michele aparecerá ou não. É sempre uma incógnita. Dificilmente alguém conseguirá dizer o horário de trabalho de Michele, que gasta de uma a duas horas de seu sábado para fazer a limpeza do Flat, em um horário que pode variar das 10h às 19h. Dona de si mesma, por vezes ela lava a louça, mas na maioria das vezes não; a retirada do lixo é igualmente inconstante. De certeza mesmo, apenas o fato de que Michele limpará o chão. Apenas o chão. Ela possui uma habilidade ímpar de driblar os diversos objetos que pelo chão estão jogados, retirando apenas a sujeira aparente. Em uma das únicas vezes que tentou deslocar os objetos, por pouco não colocou fora parte da vasta bibliografia do Flat.

Durante o trabalho Michele invariavelmente veste-se com um avental branco com dois bolsos laterais, um par de botas de borracha pretas de numeração 37, embora ela calçe 35; luvas de borracha amarelas visivelmente maiores do que suas mãos. Sua imagem é inevitavelmente atrelada aos seus fones de ouvidos brancos, com os quais ouve programas de notícias e de fofocas que tocam em seu radinho, sempre guardado no bolso direito do avental.

Embora não se descuide do zelo por seu trabalho, Michele guarda especial atenção por seus compromissos sociais. Há poucas semanas quae se viu impedida de limpar alguns aposentos do prédio do Flat em função de um casamento em que seria madrinha. Prevenida, na semana seguinte trouxe uma ajudante.

Alinhada com o estilo do Flat, Michele sente-se motivada diante do uso de baldes, vassoura e produtos de limpeza da cor verde.

Por isso e por muito mais, que Michele é Amiga do Flat.

Flat. Mais que uma casa. Um estilo de vida.






sexta-feira, 2 de maio de 2008

Gatronomia do Flat

Como vocês já puderam notar, o flat é um ambiente multicultural, com influências desde a “Dinastia Ming” até a “Dança Créu”, passando pela leitura, a música, o malabares, e finalmente... a Culinária.

Capitalizando na vasta diversidade e bagagem turística dos moradores, amigos e hóspedes do flat, com passagem em grandes cidades como: Manuel Viana, Alegrete, Mantena, Itapecirica da Serra, e a “grande Araguari”, não poderíamos deixar de experimentar a gastronomia das megalópoles supracitadas.

Bueno, vamos então ao mais tradicional e popular prato do Flat, (o segundo prato mais apreciado naquele País que fica lá depois de Santa Catarina, aonde o vento faz a curva, entre o Uruguai e a Argentina, o tal de Rio Grande do Sul) o Arroz Carreteiro.

Sexta-feira é dia de feira na Vila Mariana, e não na quarta-feira como diria o poeta, nosso amigo falcão.

“Então” (2 anos em São Paulo deixa o peão com este cacoete), "a feira", uma das idiossincrasias da classe média, é o lugar preferido dos moradores do flat para as compras de legumes, vegetais, queijos, e até pastéis.

Fora numa sexta-feira, 2 da tarde, um “solaço” de rachar a moleira, que o morador do flat, o nosso esquerdoso cientísta político Ricardo Blattes anuncia: “to indo na feira...”. Na volta se apresenta com 1 kg de charque, dizendo: “Tche meu irmão... vamuuuu faze um carreteiro de charque????”, folclórico como só ele sabe ser.. Pergunto eu então: “Tche loko, tu sabe fazer este negócio????” A resposta era óbvia, guri de apartamento criado pela avó... não sabia nem que se deve ferver o charque para tirar o sal, e ainda queria colocar tomate no carreteiro!!!!! Carreteiro nunca foi tomate!!!!! Bueno, estas e outras iguarias do flat você pode conferir no vídeo.

Caro internauta, gostaríamos de contar com sua participação... envie um email para emaildoflat@gmail.com com sua receita. Os melhores pratos serão registrados e apresentados aqui neste blog. Participe!!!!


Arte & Cultura do Flat

Desde que nos mudamos para o Flat, nossa vida mudou. Novas atividades, hobbies, hábitos e prazeres foram adicionados em nossas vidas, coisas que inclusive não fazíamos antes, por mera falta de um ambiente que estimulasse a qualidade de vida.

O primeiro deles fora a leitura. Como eu já havia escrito antes no meu Blog, "Maurício começou a ler: investiu R$ 50,00 em uma semana só em revistas, e afirma ter lido no flat mais que em toda a sua faculdade." O carro-chefe é a revista Piauí, a favorita do Flat. Temos todas. As outras estão na barrinha à direita aqui no Blog, não vou listá-las aqui de novo, é só você (tu, na verdade) olhar.



O segundo hobby foi a gastronomia. Mas disso eu não vou falar aqui, pois já combinei com o Maurício que ele vai postar sobre isso. Mas tenho que dizer que esse é um hobby, senão estaria mentindo, e no Flat nós não mentimos, e quando a gente mente a gente conta depois que foi mentira.


Isso aconteceu com o Blattes ontem mesmo, fora combinado que o Pão de Açúcar era uma merda, e quando Blattes chegou elogiando, a opinião dos outros dois integrantes era oposta, até Blattes desistir de argumentar. É nesse momento em que é revelada a piadinha, e isso é o terceiro hobby.

Já o quarto hobby começou há 2 semanas: o malabarismo. Blattes comprou as bolinhas em Londres, e diz ter aprendido a arte com Ricardo, um colombiando de Bogotá, "irmão da Samira". Eu aprendi nessas duas semanas atrás. O Maurício falou que isso era coisa de bixa. Hoje está praticando compulsivamente para tentar uma chance do I Campeonato de Malabarismo do Flat, que acontecerá na próxima semana.


Por último, o sorvetinho. Sempre tem.

Portanto, assim como na China eram cultuadas a caligrafia, a pintura, a filosofia, a doutrina e busca interminável pelo desenvolvimento do corpo, mente e espírito, na cultura do Flat primamos pela leitura da Piauí, a gastronomia na panela de barro do Conrado, a piadinha constante, o desenvolvimento do malabarismo e o sorvetinho, que sempre tem.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Conheça o Flat

O surgimento

Haviam muitas pessoas na mesma casa. O ambiente era caótico, a situação era calamitosa, pessoas estavam insatisfeitas, triste, infelizes, a beira de crises. Eram cerca de 15 pessoas, vindas de todos os cantos do Brasil e do mundo, mas que não tinham uma identidade única, algo que os unisse.


No dia 13 de fevereiro de 2007 houve uma revolução. A casa fora reformada, móveis comprados, novas peças arrumadas e finalmente uma realocação de quartos. Às 21:32 havia sido decidido: Conrado Kaczynski, Maurício Schneider e Ricardo Blattes haveriam de mudar para a "casa de baixo", como era então chamada.

As necessidades eram claras. Era necessária uma melhoria na qualidade de vida, um local onde se pudesse viver com dignidade, compartilhar filosofias e falar de assuntos pertinentes na vida desses indivíduos, como mulheres, trabalho, sexo, reclamações, garotas, viagens, gurias, experiências, meninas, piadas e histórias do Rio Grande do Sul.

Maurício Schneider nascera no interior do estado do Rio Grande do Sul, na metrópole do Alegrete. Estudou engenharia, ciências ocultas, decoração, música, informática e administração, mas assim como Bill Gates, Dee Hock e Luiz Inácio Lula da Silva, ainda não se formou. Schneider já venceu duas vezes o campeonato de Padel de São Paulo, possui uma coleção de raquetes e sempre conta histórias relacionadas, embora ninguém o tenha visto jogar. Destesta cigarros e narguilés.



Conrado Kaczynski, um playboy de Porto Alegre e ex-guitarrista da banda Andar Térreo, largou a faculdade em busca de uma vida repleta de aventuras tendo como base a cidade de São Paulo e como local de trabalho o Brasil e o mundo, hoje dedica-se a relatar sua vida no blog Conrado na AIESEC. Conrado nasceu há 22 anos, treina Kung-Fu duas, três, ou nenhuma vez por semana e hoje corta seu próprio cabelo.


Ricardo Blattes nasceu em Santa Maria, no meio do caminho entre Alegrete e Porto Alegre. Apesar de ter terminado as faculdades de Direito e Contábeis, não é advogado nem contador. Antes de liderar a 'Revolução de 2008 - Em busca de dignidade", Blattes morou em Brasília e percorreu de carro as regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil. Nos seus 27 anos já foi barman, garçom e vendedor de sanduíches; além de ter comprado dois violões, um cavaquinho, uma gaita de boca, raquetes de tênis e squash, chuteiras e caneleiras, além de touca e óculos de natação, que hoje estão espalhados nas casas de diversos amigos. Blattes não toca nenhum instumento musical, paga mensalidade de academia e pratica caminhadas.

Fora Blattes o primeiro a pronunciar: "Cára!! Vamo transformá aquilo num FLAT! Hehe!" Desde então, não houve medição de esforços para a construção de um novo lar, um lugar digno onde pudesse ser supridas as necessidades supracitadas. Através de uma forte cultura e dedicação desses três indivíduos, a "casa de baixo" se transformou no Flat.

Flat. Mais que uma casa. Um estilo de vida.